População
Formada por um povo alegre e hospitaleiro, mistura de negros, europeus e índios, a população pernambucana tem 7,4 milhões de habitantes. Essa mistura de raças resultou numa cultura riquíssima, onde convivem em harmonia o rock e o maracatu, o frevo e o manguebeat.
Durante todo o tempo, o turista se contagia com os sons, ritmos, músicas, danças, enfim, tradições de um povo ligado a suas origens e com muito amor por Pernambuco. No Carnaval, as ladeiras de Olinda são invadidas pelos maracatus, caboclinhos e passistas. Na Semana Santa, Nova Jerusalém (localizada na cidade de Brejo da Madre de Deus, a 130 km do Recife) se transforma para representar a Paixão de Cristo. É o maior teatro ao ar livre do mundo.
Em junho, é a vez das cidades do interior receberem milhares de turistas. Fogueiras – algumas gigantescas -, comidas de milho e quadrilhas deram a Caruaru (Agreste, a 120 km da capital) o título de maior São João do Brasil.
No Natal, os coloridos e tradicionais pastoris comemoram o nascimento de Jesus. No Sítio da Trindade, no bairro de Casa Amarela, no Recife, acontecem festas populares a autos natalinos. Os espetáculos são gratuitos.
A cidade mais populosa é a capital, Recife, seguida por Jaboatão dos Guararapes, Olinda (ambas pertencentes à Região Metropolitana do Recife) e Caruaru, no Agreste pernambucano. A população indígena que habita o Estado soma pouco mais de 16 mil indivíduos, espalhados por vários municípios pernambucanos, como Águas Belas, Pesqueira, Buíque, Floresta e Salgueiro.
Gastronomia
Com uma forte influência portuguesa, negra e indígena, a gastronomia pernambucana é especial. Herdamos dos índios, o costume de comer raízes. Macaxeira e inhame, por exemplo. Dos negros, ficamos com os pratos feitos dos restos da casa grande: galinha à cabidela, carne de sol, sarapatel, buchada e feijoada.
Outras delícias vêm de Portugal, com o hábito de misturar açucar com tudo. Numa terra de frutos tropicais como Pernambuco, isso só poderia resultar em delícias como a goiabada, os doces de jaca, caju, a cocada e os sorvetes. Há também as sobremesas que combinam frutas fritas, cozidas, assadas, com outros alimentos. É o caso da cartola , feita com queijo de coalho, banana frita, açúcar e canela.
Entre os quitutes apreciados por aqui, destacam-se o munguzá (feito com leite de coco e milho), o angu, a tapioca seca ou molhada, o arroz doce, o bolo de macaxeira e o de rolo, além daqueles típicos das festas juninas, como a canjica, a pamonha e o pé-de-moleque.
Frutos do mar também são o forte da culinária pernambucana. Casquinho de carangueijo, guaiamum, siri... Some-se a isso as frutas locais. Camarão ao molho de manga, de pitanga... Tudo isso tem em Pernambuco. Peixe ao molho de maracujá? Temos também por aqui.
Bebida é outro assunto que os pernambucanos dominam. Suco de maracujá, mangaba, cajá, graviola, tamarindo, caju, pitanga e goiaba. Tem ainda o caldo de cana feito na hora. Delicioso! As cachaças da terra de Capiba e João Cabral de Melo Neto também não fazem feio. Daqui saem grandes marcas, que já são, inclusive, exportadas para a Europa, Estados Unidas e Ásia.
Economia
Superado apenas pela Bahia, Pernambuco tem a segunda economia do Nordeste. O Estado tem um PIB da ordem de R$ 17 bilhões, equivalente ao do Chile, e superior ao de países como Paraguai e Uruguai. Estado onde a economia açucareira foi a mais expressiva do Brasil, Pernambuco passa por aceleradas transformações. A composição da economia do Estado baseia-se na agricultura, na pecuária e na indústria.
Na agricultura, destaca-se como segundo produtor brasileiro de cana-de-açúcar, com suas plantações concentradas na Zona da Mata. Entre os principais produtos agrícolas cultivados em Pernambuco encontram-se o algodão arbóreo, a cebola, a mandioca, o milho, o feijão e o tomate. O vale do São Francisco, atualmente, exporta frutas e vinhos da melhor qualidade. A área de agricultura irrigada se apóia na infra-estrutura do porto fluvial de Petrolina, às margens do rio São Francisco.
Na pecuária, destacam-se as criações de bovinos, suínos, caprinos e galináceos. A produção de leite concentra-se no Agreste, que responde por mais da metade da produção do Estado.
O setor terciário é o que tem envolvido maior número de pessoas e gerado maior produção. Destacam-se aí as atividades comerciais e financeiras, correspondentes a 21% e 25%, respectivamente, do PIB estadual. A indústria de transformação também cresceu e responde por 25% da produção total do Estado. A diversificação foi a grande marca do setor, com gêneros tradicionais (têxtil e alimentar), perdendo importância no Valor da Transformação Industrial (VTI), passando de quase 60% para 35%, entre 1960 e 1985, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Essa diversificação alavancou o desenvolvimento das indústrias química, de material elétrico, comunicações, mecânica, metalurgia, matéria plástica, bebida, vestuário e calçados.
O crescimento das atividades industrial e comercial tem estimulado melhorias e ampliações dos portos da região. Nos anos 90, o trinômio constituído pela emergente atividade do turismo, a agricultura irrigada e o Complexo Portuário de Suape, projeta ainda mais a economia pernambucana no conjunto nacional.
Uma outra atividade possível de destacar na economia pernambucana é o artesanato. Cidades como Caruaru ( Agreste, a 120 km da capital) têm centros ou feiras de artesanatos bastante procurados pelos turistas.
Recife é muito utilizada como sede para o chamado "turismo de convenções" de grandes empresas. Já como pólos do turismo de visitação (de brasileiros e estrangeiros), Pernambuco é rota obrigatória de turistas europeus, principalmente portugueses, espanhóis e alemães. Os destaques são Olinda e Recife (o Carnaval nessas cidades é mundialmente conhecido), Porto de Galinhas ( em Ipojuca) Gaibu e Calhetas ( estas duas últimas praias ficam no Cabo de Santo Agostinho, na Região Metropolitana do Recife), Itamaracá (com a ilhota da Coroa do Avião) e, no mês de junho, a festa de São João na cidade de Caruaru. Já na Semana Santa, a cidade cenográfica de Nova Jerusalém, no município de Brejo da Madre de Deus ( a 170 km do Recife), no Agreste, atrai visitantes para aquele que é considerado o maior espetáculo ao ar livre do mundo - a encenação da Paixão de Cristo. Também pertence a Pernambuco o arquipélago de Fernando de Noronha.
Informações:
(81) 3464-4226
Supervisor do Aeroporto:
(81) 3464-4366/3464-4353
Comunicação Social:
(81) 3464-4386
Assessoria de Garantia de Qualidade:
(81) 3464-4393/346-44297 Mais informações em: www.destinopernambuco.com.br
|